Arquivo da categoria: processo criativo

PELEJANDO

  Poema Peleja, resenhado por Carlinhos do Amparo* Peleja surgiu de um a idéia aparentemente muito simples: Fazer um poema vazado em um linguajar  regional que anunciasse algo de univesal. Além disso havia um mote. Um mote perfeito: dois versos de … Continuar lendo

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ROSÁCEA (cacofonia intencional)

  http://olhares.uol.com.br/rosacea_execucao_foto102073.html Não. Não se trata, meramente de eleger a palavra como centro ôntico do poema. Tampouco busca-se uma inovadora, mas irrefletida, poética avant-garde.  Apesar de esculpida essa ROSÁCEA, pela intensificação do nexo do significante sobre o significado, – mormente pelo … Continuar lendo

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POEMA-ESCORÇO, leitura em perspectiva

Carlinhos do Amparo comentou… (no dia 06 Abril, 2009) “Sobre teu processo criativo falo eu, compadre. Estás desobrigado de falar: Essa palavra, escorço, já ouvi de ti, em outras prosas que tivemos. O termo escorço (escorzo) deriva do italiano scorciare, … Continuar lendo

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OPUS ALCHYMICUM – glosa em psalmo apócripho

Breve comentário, da Dra. Nise da Silveira, em seu Jung – Vida e Obra, p. 160: “o mundo do poeta é um mundo de imagens arquetípicas”. E ainda, mutatis mutandis: “essas imagens prescindem da lógica e da sintaxe comum, posto que … Continuar lendo

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ECOS DO ECO – lirismo reflexivo

  Comentário do Carlinhos do Amparo sobre o poema A BORBOLETA Em seu Pós Escrito ao Nome da Rosa, Umberto Eco, com requintado bom humor, sentencia que  o autor deveria morrer ao concluir a sua obra, só para que não … Continuar lendo

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POEMEM-SE!

Breve Comentário ao Poema Mitopoese I, O Unicórnio por Carlinhos do Amparo O poeta não filosofa, confunde. A ele não cumpre investigar o universo nem a história, mas entregar-se amorosamente às forças do sonho, mergulhar no aórgico, na palpitação jubilosa … Continuar lendo

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TANTÃS – poesia e negritude

Acabáramos de ler o Orfeu Negro, de J. P. SARTRE, quando o poeta Eurico me apareceu com esse poema rabiscado em um pedaço de papel: Tantãs. O poema dançava entre seus dedos trêmulos. O poema dançava, indo e vindo, em … Continuar lendo

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