Arquivo do autor:Eurico

Sobre Eurico

Escritor e poeta

Do 71º aniversário da UFPE

Me parece óbvio que uma instituição não precisa ter alma, posto que ela em si mesma não é uma coisa viva, é apenas uma abstração, uma organização que cumpre os processos da burocracia que a erige e a sustenta. Por … Continuar lendo

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EULÁLIA (um fado?)

                        OIÇO um canto de fadista. És tu que cantas, A essas minhas esp’ranças, Que são tantas: Sons em voz de lusitana rapariga …trazes, dos mediterrâneos, as cantigas, feito … Continuar lendo

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JARDINEIRO DO AR

            Na latência, efloresce o patente…E o novo está guardado no antes.Nesse instante.Há flor na luz solar.Já é flor o ato de florar.Flor é a possibilidade de ser flor……quando chove sobre a terra,os úberes se … Continuar lendo

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BRASA E MEL

A criança vê fundo e antes um mundo feito em relações desconcertantes. Faz a eternidade, agarra o instante, consegue ver até, olhos ausentes, o modo sutil, em que do sono da brasa, latente, brota o mel… A criança é mãe … Continuar lendo

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FLOR DE NADA

UMA FLOR? E. B. Brito   I As coisas todas brotam de outras coisas, concretas ou abstratas. Frutas da physis, poíesis, todas inatas… II As rosas, surgem das rosas. Idéias, nascem de idéias. Azaléias, flores simples, surgem dentro de azaléias. … Continuar lendo

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Prolegômenos à mundividência: um carrapato no Engenho Velho

1 – Prolegômenos à mundividência Meus doze leitores devem lembrar do carrapato deleuzeano, do qual tratei aqui, no meu afã de compreender o mundo de cada um e de como iniciarmos um processo de renovação das nossas ideias e crenças, que … Continuar lendo

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Saberes e Fazeres – por um catálogo da artesania popular no Engenho Velho

UMA EPÍGRAFE: Quando tiverem conseguido um corpo sem órgãos, então o terão libertado dos seus automatismos e devolvido sua verdadeira liberdade. Então poderão ensiná-lo a dançar às avessas, como no delírio dos bailes populares e esse avesso será seu verdadeiro lugar. (Antonin Artaud) … Continuar lendo

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