Apontamentos para uma Simbólica no Engenho Velho da Várzea – nº 10 (Geertz)

Sempre me surpreendo nas aulas da professora Ana Emília Castro, desta UFPE. Cada vez que participo trago algo novo para mim e que, coincidentemente, tem a ver com o que ando estudando.

Dessa vez foi Clifford Geertz, com sua Antropologia Interpretativa, que eu compreendi como uma abordagem semiótica da cultura. E, nesses momentos, meus dois neurônios ficam excitadíssimos.  Um bibliodidata, como eu, assistemático e indisciplinado, que só estuda o que lhe dá prazer, ao se deparar com esses estudiosos meio fora da caixa, que ousam pensar para além dos muros da academia, meu Deus!, só não enlouquece porque louco já é. (risos)

E, bendita seja a internet! Documentários, vídeos, artigos e o escambau sobre Geertz, estão me introduzindo nesse viés da antropologia. Com seus luminosos conceitos como, saber local (que me lembrou o nosso Milton Santos), descrição densa e essa conceituação da cultura,(grosso modo), como conteúdo simbólico, como teia de significações tecida pelo animal humano, e com o senso comum como sistema cultural; Geertz chega bem na hora, em que estamos envolvidos numa Simbólica do Engenho Velho da Várzea.  Vamos a ele: (fucemos mais, que é só a ponta de um iceberg)

Sobre Eurico

Escritor e poeta
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