O Arruado da UFPE: uma ilhota num arquipélago acadêmico

UM CRONIST'AMADOR

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Já lhes falei, em outro momento, do verdadeiro insulamento dos moradores remanescentes do Engenho Velho da Várzea, dentro da UFPE. Volto agora para lhes dizer que não somos uma ilha solitária. Estamos num estranho arquipélago dos saberes acadêmicos, concretizados por seus núcleos, centros de ensino e departamentos.

Afinal, “universidade” em um sentido antiquíssimo era, aquela solidariedade dos saberes, numa comunidade de mestres e discípulos. Ora, uma escola de engenharia, funcionando ao lado de uma escola de belas artes, ou de outra de medicina não necessariamente formam o que um dia foi uma universidade. Podem ser “estabelecimentos especializados de ensino superior”, jamais, universidade, como se pensava lá no seu nascedouro, ao reunir as  faculdades das ciências humanas, exatas e da saúde, num lugar em que pudessem conviver, harmonicamente, promovendo a necessária troca de conhecimentos, que hoje tomou o nome de interdisciplinaridade.

George Gusdorf, em conferencia datada de 1978, já alertava…

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Sobre Eurico

Escritor e poeta
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