-
Tópicos recentes
Arquivos
- agosto 2011 (5)
- julho 2011 (7)
Categorias
Meta
Arquivo da categoria: processo criativo
PELEJANDO
Poema Peleja, resenhado por Carlinhos do Amparo* Peleja surgiu de um a idéia aparentemente muito simples: Fazer um poema vazado em um linguajar regional que anunciasse algo de univesal. Além disso havia um mote. Um mote perfeito: dois versos de … Continue lendo
ROSÁCEA (cacofonia intencional)
http://olhares.uol.com.br/rosacea_execucao_foto102073.html Não. Não se trata, meramente de eleger a palavra como centro ôntico do poema. Tampouco busca-se uma inovadora, mas irrefletida, poética avant-garde. Apesar de esculpida essa ROSÁCEA, pela intensificação do nexo do significante sobre o significado, – mormente pelo … Continue lendo
POEMA-ESCORÇO, leitura em perspectiva
Carlinhos do Amparo comentou… (no dia 06 Abril, 2009) “Sobre teu processo criativo falo eu, compadre. Estás desobrigado de falar: Essa palavra, escorço, já ouvi de ti, em outras prosas que tivemos. O termo escorço (escorzo) deriva do italiano scorciare, … Continue lendo
OPUS ALCHYMICUM – glosa em psalmo apócripho
Breve comentário, da Dra. Nise da Silveira, em seu Jung – Vida e Obra, p. 160: “o mundo do poeta é um mundo de imagens arquetípicas”. E ainda, mutatis mutandis: “essas imagens prescindem da lógica e da sintaxe comum, posto que … Continue lendo
ECOS DO ECO – lirismo reflexivo
Comentário do Carlinhos do Amparo sobre o poema A BORBOLETA Em seu Pós Escrito ao Nome da Rosa, Umberto Eco, com requintado bom humor, sentencia que o autor deveria morrer ao concluir a sua obra, só para que não … Continue lendo
POEMEM-SE!
Breve Comentário ao Poema Mitopoese I, O Unicórnio por Carlinhos do Amparo O poeta não filosofa, confunde. A ele não cumpre investigar o universo nem a história, mas entregar-se amorosamente às forças do sonho, mergulhar no aórgico, na palpitação jubilosa … Continue lendo
TANTÃS – poesia e negritude
Acabáramos de ler o Orfeu Negro, de J. P. SARTRE, quando o poeta Eurico me apareceu com esse poema rabiscado em um pedaço de papel: Tantãs. O poema dançava entre seus dedos trêmulos. O poema dançava, indo e vindo, em … Continue lendo
POÉTICA E MOTOCICLISMO CIRCENSE
ou A Gênese Vorticosa do Poema NATUREZA-MORTA COM CAJU Assim, o poema é uma estrutura ideoplástica. Objeto instável, pendular, que vai oscilando enquanto faz revoluções sobre o próprio eixo. E a motriz dessas revoluções é a Palavra, eixo e vórtice das … Continue lendo
LIÇÃO DE LEITURA SUBMARINHA
ou de como se deve ler um poema… por Carlinhos do Amparo in Eu-lírico nº 8 set/out 95 Comece pelo título, como parece óbvio. Mas, não lendo, e sim, suspeitando dele. Os títulos são armadilhas para os leitores incautos. Depois, … Continue lendo